sábado, 13 de agosto de 2011

Mais obras em São Francisco, Niterói

Este blog denunciou a demolição irregular neste terrreno em:
http://www.desabafosniteroienses.com.br/2011/07/demolicao-irregular-com-novas-fotos-em.html


Agora vem mostrar os caminhos de destruição nada lenta de um bairro tipicamente mono residencial e que vem gradativamente se transformando em mais uma nova Icaraí, graças à especulação imobiliária que foi consagrada com a inconstitucionalidade na Câmara Municipal de Niterói em 2002 por ocasião da aprovação do PUR-Plano Urbanístico Regional a portas fechadas. 
Saiba mais em: 
http://www.desabafosniteroienses.com.br/2011/08/refrescando-memoria-do-niteroiense.html












 

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Estado de abandono: Niterói

É nesta cidade, entre porcos, desmandos, assassinatos...bicicletas desenhadas no asfalto que o prefeito intenciona sediar encontro com países da América do Sul. Piada.
Parece que tá tudo certo, não temos problemas nenhum.
http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cidades/niteroi-vai-sediar-encontro-com-america-latina

Enquanto isso alguns aspectos do abandono:
Av Feliciano Sodré. 
Postes em ambos os lados da avenida..
em frente à Rodoviária...
Em frente à Polícia Federal..

Prédio abandonado à Rua da Conceição...

Momentos Ato-Show pela Cantareira: Protesto da ADUFF


Bonecos de Roberto Sales, reitor da UFF e à direita nosso prefeito, JR
 

Reitoria quer impor vias públicas dentro dos campi

Há algum tempo circulam pelos corredores da UFF boatos sobre a possibilidade de a Universidade ceder parte dos terrenos dos campi do Gragoatá e da Praia Vermelha à prefeitura para a construção de pistas por dentro e nos limites dos campi. Na quarta-feira, 29 de junho, na primeira vez em que a proposta foi apresentada oficialmente no Conselho Universitário, a reitoria não atendeu às solicitações por mais tempo de debate e tentou impor à força o acordo cuja aprovação foi impedida por um protesto.
A prefeitura de Niterói, comandada por Jorge Roberto Silveira, tem se caracterizado por políticas voltadas para os setores mais privilegiados da sociedade. Bom exemplo disso é o Caminho Niemeyer, projeto na orla voltado prioritariamente para o turismo, sem atender aos interesses da população local. Além disso, seus projetos têm atendido permanentemente aos interesses da especulação imobiliária, enquanto milhares de famílias seguem desabrigadas.
O que a comunidade acadêmica da UFF quer e reivindica é, primeiro, conhecer o projeto para que possa debatê-lo e, em seguida, se for o caso, aprová-lo. Precisamos saber quais serão os impactos socio-ambientais dessas obras para nossa Universidade e para o conjunto da sociedade de Niterói.
Fala-se que o acordo para a construção das vias está vinculada à permissão da continuidade das obras de expansão nos campi do Gragoatá e da Praia Vermelha, embargadas pela Prefeitura. A reitoria tenta negar mas, em alguns momentos, dá a entender que esse vínculo é real.
Não aceitamos que o reitor conclame seus aliados para, em uma única sessão do Conselho Universitário, impor esse acordo à UFF. Queremos conheceras bases em que  esse acordo entre a Prefeitura e a Reitoria foi firmado, o projeto concreto e a abertura imediata de um amplo processo de debate em toda a UFF, nos colegiados de curso, departamentos e unidades especialmente nesses dois campi, para que a comunidade acadêmica tenha condições de se posicionar.
Texto da ADUFF
e  ver também:
http://mandatorenatinhopsol.blogspot.com/2011/08/via-100-e-via-orla-bom-ou-ruim-para.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cidade amiga das bicicletas. Niterói? Nunca!

Quando uma cidade é voltada para a população, temos isso que nos mostra o vídeo. 
Ao contrário de Niterói, que é voltada à especulação imobiliária e ao uso prioritário de automóveis... 
E onde as soluções para o trânsito sufocante é apenas alargar vias...
E exceto, é claro, quando pintam ícones de bicicletas no chão e acham que basta isso para se criar uma ciclovia...
Brincadeira!
Venha morar em Niterói e se arrependa rapidamente!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eduardo Galeano: sobre mobilização popular


Parque da Cidade, Niterói.. Por que não: Parque Natural Municipal?

DN comenta a matéria abaixo publicada dia 06 n'OGlobo.

O Secretário tem razão: ampliar a área apenas como APA é muito frágil, acaba privilegiando os que já ocupam e/ou tem posse das áreas abrangidas, pois poderiam permanecer onde estão como determinadas/leves restrições de uso. 

Por que não lutar para transformar a área em Parque Natural Municipal, ou outra categoria da lei do SNUC (Sistema Nacional de Unidade de Conservação - link abaixo) ainda mais restritiva?!

As florestas remanescentes de Niterói constam indicadas em diferentes trabalhos técnicos-científicos (UFF e outros) como áreas prioritárias para a conservação, com destaque no âmbito da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Teriam até mesmo financiamento para isso...
Mas para tudo hay que ter interesse real, e não apenas eleitoreiro.. ;)

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=a51f8de839&view=att&th=131ac0b860b14385&attid=0.1&disp=vah&zw

n'OGlobo por Thaís Sousa -06.08.2011 17h15m

Parque da Cidade: ampliar para preservar


A Secretaria municipal de Projetos Especiais quer ampliar os limites do Parque da Cidade, que passaria a ter quase um milhão de metros quadrados. A intenção é criar mecanismos mais efetivos de preservação do ecossistema local, além de incentivar o ecoturismo e o potencial de utilização do espaço como área de pesquisa. Em alguns dias, o projeto será finalizado e entregue ao prefeito.

Os estudos que estão sendo realizados pela secretaria apontam para a necessidade de expansão da Área de Preservação Ambiental (APA) do Morro da Viração, que passaria a compreender também os morros do Santo Inácio e do Cafezal, que têm as mesmas características naturais da APA. Esse lugares fazem parte do maciço que passa pelos bairros de São Francisco, Piratininga, Cafubá e Maceió.

Atualmente, o Parque da Cidade abrange apenas a Área de Preservação Ambiental (APA) do Morro da Viração, com 296 mil metros quadrados de área. Mas, para Sardo, na prática, a existência da APA é pouco para assegurar a preservação da região.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mobilização em Niterói

O Comitê de Moradores da Região Oceânica de Niterói, convida a todos os moradores de Niterói preocupados com o abandono e descaso em que se encontra esta cidade, e em particular empenhados na campanha por Drenagem e Pavimentação das ruas da RO, que compareçam à reunião dia 11, quinta-feira, no Colégio La Place às 20h para discutirmos estratégias e atividades sobre esta Campanha e assim como abaixo assinado e demais assuntos inerentes.
O Colégio La Place fica à Rua Manoel Pacheco, 80, próximo ao Trevo de Piratininga (Rua do Colégio Portugal Neves).
Nossa intenção é que esta campanha, ainda que a princípio seja focada em um problema específico de um bairro de Niterói, mais e mais niteroienses possam aderir e divulgar, percebendo que a causa é única e envolve todos os moradores da cidade.
Essa mobilização é importante oportunidade para que nós niteroienses conheçamos nossa força e capacidade de mobilização e mudanças nas cidade.
Esse Comitê é suprapartidário.
Contamos com a presença de todos! Pedimos que compartilhem e divulguem.

Comitê de Moradores da Região Oceânica

http://acordaniteroi.org/3889/pagamento-de-iptu-em-juizo-venha-voce-tambem-para-essa-campanha/#comment-283

domingo, 7 de agosto de 2011

Quando chegará a vez e hora de Niterói?!


Chegou a hora de combater a corrupção nas ruas


Movimentos de defesa da moralidade pública e de combate à corrupção organizam manifestações 
para levar até as ruas a indignação das pessoas POR MARIO COELHO 05/08/2011 07:00 


Denúncias de corrupção no Executivo e no Legislativo, decisões polêmicas do Judiciário e o uso duvidoso do dinheiro público geram, entre outros fatos negativos na política nacional, manifestações nas redes sociais. Em especial no Twitter e no Facebook, internautas repassam informações, fazem reclamações e cobram dos agentes públicos. No entanto, a mobilização em carne e osso ainda está muito aquém do esperado. Infelizmente, a grande maioria das pessoas não demonstra o mesmo entusiasmo quando sai da frente de seu computador.

Entidades que monitoram a moralidade pública apontam que o Brasil perde, por ano, de R$ 40 bilhões a R$ 69 bilhões no ralo da corrupção. Sem esse valor, a população acaba convivendo com escolas arrebentadas, hospitais sem remédios, falta de segurança nas ruas, estradas esburacadas, obras inacabadas. Outro efeito é a má remuneração de servidores públicos essenciais, como médicos, policiais e professores.
Por conta disso, integrantes de movimentos de combate à corrupção que usam as redes sociais para as suas mobilizações resolveram encarar agora um novo desafio: organizam-se para tirar as pessoas por um momento da frente de seus computadores e levá-las para protestar nas ruas, tornando mais visível a sua indignação. A articulação para isso acontecer começa neste sábado (6), quando o Comitê Ficha Limpa do Distrito Federal realiza um debate sobre a corrupção nas instituições públicas. “O debate vai ser o primeiro encontro da sociedade. Nele. vamos discutir sobre o que queremos e o que podemos fazer”, disse Diego Ramalho, membro do Comitê.
Vão participar do encontro o presidente do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), Henrique Ziller; o jornalista Sylvio Costa, diretor e fundador do Congresso em Foco; o editor e apresentador do programa Diplomacia, revista de Política Internacional da TV Senado, Chico Sant” Anna, e a assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Cleomar Manhas. O debate será mediado pela jornalista e radialista Simone de Moraes, diretora e editora do site Câmara em Pauta.
O encontro começa às 8h30, no auditório da sede da OAB Nacional, no Setor de Autarquias Sul, Quadra 5 lote 1, Bloco N. A ideia é usar as primeiras duas horas para debater o tema e, depois, elaborar um manifesto sobre o que as entidades que fazem parte do comitê pretendem fazer para mobilizar a sociedade contra a corrupção. Além disso, existe a intenção de começar a discutir a construção de um texto que se transforme em um novo projeto de lei de iniciativa popular, nos moldes da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10).
Trabalho de formiguinha
Porém, Ramalho sabe que será preciso fazer um “trabalho de formiguinha” para que a sociedade se mobilize fora das redes sociais. Ele comenta que, ao contrário de mobilizações de classe, a dificuldade em levar as pessoas para manifestações é grande. “A gente percebe que quando há uma mobilização na internet o negócio bomba. Mas as pessoas têm resistência em deixar o seu dia e um pouquinho da sua hora”, afirmou.
O alvo do comitê é o “cidadão de bem e apartidário”, aquele que Ramalho qualifica como “o que realmente quer mudança”. Por isso, o debate de sábado será fundamental, na visão dele, para mobilizar pessoas de fora do movimento organizado para uma passeata em 23 de agosto. É o dia do movimento “Reage, Brasília”, que acontecerá no Eixo Monumental da capital, mas no lado oposto ao Congresso Nacional, onde ficam os órgãos públicos distritais.
Corrida contra a corrupção
O conselheiro do IFC Duque Dantas compartilha a preocupação de Ramalho quanto à necessidade de mobilizar as pessoas para cobrarem dos políticos fora do ambiente das redes sociais. Ele aponta que a questão é cultural, e que o brasileiro é, de uma maneira geral, acomodado. No entanto, da mesma maneira que uma cultura é construída, ela pode ser descontruída.
“O individualismo hoje é muito grande. Mas algumas causas despertam o interesse da população. A causa do combate à corrupção tem motivado as pessoas, mesmo que ainda num plano intelectual”, avaliou. Além de debates como o que vai acontecer no sábado, Dantas aponta a segunda edição da Corrida contra a Corrupção, que será realizada no dia 11 de dezembro, como uma das possibilidades para atrair o interesse da população.
Em 12 de dezembro do ano passado, ocorreu a primeira edição. Ela reuniu aproximadamente 2 mil pessoas três dias depois do Dia Mundial de Combate à Corrupção (9 de dezembro), instituído pelas Nações Unidas em 2003. Naquele ano, 110 países assinaram uma convenção da ONU e se comprometendo a rastrear e recuperar dinheiro e bens desviados e a combater crimes como suborno e lavagem de dinheiro. Em seu artigo 13º, essa convenção estabelece que, para combater a corrupção, deve haver participação da sociedade.
“No que a corrida é diferente? É uma atividade esportiva que virou uma febre no país. Aí, juntamos a questão da saúde e da atividade física com a luta contra a corrupção”, explicou o integrante do IFC. Ele avalia que o movimento está sendo construído com “muita autenticidade” e vem crescendo desde os “caras pintadas”, estudantes que se manifestavam contra o ex-presidente Fernando Collor de Mello durante o processo de impeachment em 1992.
Cadastro ficha limpa
Já o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), além de reforçar o diálogo com a sociedade, quer mais informações sobre políticos com problemas na Justiça. O coletivo de entidades apresentou um ofício ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedindo a instalação de um sistema de comunicação entre os diversos órgãos do Judiciário para dar efetividade à aplicação da Lei da Ficha Limpa.
De acordo com o juiz eleitoral Marlon Reis, membro do comitê nacional do MCCE, a intenção é que o CNJ discipline a matéria que já existe na legislação eleitoral. Na norma, está a obrigatoriedade de a Justiça Eleitoral publicar as certidões negativas dos candidatos a cargos eletivos. “A Lei da Ficha Limpa outorgou novos dispostivos ao CNJ”, disse Reis, citando, entre outros, o monotiramento de abuso de poder nas eleições e o acompanhento de possíveis desvios.
Na prática, o que o MCCE deseja é criar, a partir dessas informações, um cadastro nacional de políticos com problemas na Justiça, um balizador não apenas para as decisões judiciais mas para o próprio eleitor, que fica informado a respeito das fichas dos candidatos.