sexta-feira, 29 de outubro de 2010

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Cidade deve encerrar o ano com o dobro de lançamentos de 2009

O Globo Publicada em 23/10/2010 às 21h28m
Os números comprovam o que a paisagem mostra. O mercado imobiliário de Niterói está a todo vapor. De modestos 18 empreendimentos residenciais lançados em 2006, a cidade deve fechar o ano com cerca de 80. É quase o dobro de 2009. Um cenário que levou os grandes players nacionais do setor a adotarem estratégias diferenciadas para explorar um mercado até então dominado por empresas locais. É o que mostra reportagem de Flávia Monteiro publicada no GLOBO deste domingo.
Segundo o gerente de Incorporações da RJZ Cyrela, Ricardo Prada, o assédio a Niterói teria crescido a reboque da entrada das construtoras no mercado de capitais por meio da oferta pública de ações, o que gerou a necessidade de fazer investimentos em outras frentes. No entanto, para se mostrarem devidamente competitivas, destaca ele, as construtoras "forasteiras" não puderam aportar na cidade com preços de imóveis nas alturas:
Com a concorrência acirrada, a solução foi baixar os preços e buscar compensações em outras frentes
- Com a concorrência acirrada, a solução foi baixar os preços e buscar compensações em outras frentes, como negociar com fornecedores. Na contramão do Rio, Niterói não absorveu a alta de custos de mão de obra e materiais que, nos últimos dez meses, variou entre 10% e 30%.
Nessa conta, quem tende a sair ganhando é o comprador. Ainda segundo Prada, o valor do metro quadrado em Icaraí (incluindo imóveis usados à beira-mar) é comparável ao registrado em Botafogo - de R$ 7 mil a R$ 8 mil.
De forma geral, o metro quadrado na cidade chegaria a custar entre 30% e 40% a menos do que os ofertados no mercado carioca, segundo cálculos do presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio, Rogério Chor. Sua construtora, a CHL, chegou à cidade por meio de uma parceria com a niteroiense Pinto de Almeida:
- Encontramos um mercado em que ainda há bons terrenos a serem explorados. E um público que carecia de lançamentos equipados com as super áreas de lazer que tornaram-se comuns no Rio.

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